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Primeiro dia do Folkcom UEPB é marcado por manifestações da cultura po

28 Sep, 2017

Após apresentações de oficinas no turno da manhã, a primeira tarde de programação do XIV Seminário Os Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular contou com cordel, música, dança e muita cultura.

A abertura oficial do evento foi realizada no auditório II da Central de Integração Acadêmica, na UEPB e teve a apresentação musical do Trio Forró Show de Anildo Borel e Bibi da cidade de Campina Grande.

No local, uma biblioteca só de cordéis ficou disponível para o público ler e comprar as obras por um preço acessível.

Na ocasião, houve um debate sobre os “Desafios da Folkcomunicação e da Cultura Popular na Contemporaneidade”, com a professora do IFCE Maria de Lourdes Macena de Souza e que foi mediado pelo professor Luiz Custódio, organizador do evento.

A professora Maria de Lourdes falou sobre a importância de sempre colocar o nome de autoria no sentido cultural nos trabalhos que serão divulgados. Segundo a professora, a folkcomunicação tem a intenção de ajudar a dar essa autoria a esses grupos culturais pouco conhecidos e que usam a arte deles como anônimas.

Ainda na programação foi realizada a mesa redonda que teve como tema “Mestres do Saber e da Memória Popular” e contou com a presença da Professora da UEPB Ingrid Fechine, que apresentou seu trabalho de extensão sobre as rendeiras da Paraíba.

Além disso, a conhecida como a Diva da Música Negra Brasileira, Lia de Itamaracá, contou sua história e presenteou o público com sua voz em uma ciranda.

O evento também contou com a participação do presidente da associação de quadrilhas juninas, Lima Filho, que falou sobre a cultura dos grupos de quadrilhas, sua evolução e a transformação da cultura da quadrilha.

E para encerrar a primeira tarde de mesas redondas do Folkcom UEPB o Mestre sabiá, capoeirista, mostrou a história da capoeira, desde a época dos escravos até se tornar cultura popular.

A programação do Folkcom vai até a sexta-feira (29), e conta com mesas redondas, apresentações culturais, grupos de trabalhos, exposição fotográfica e lançamento de livros.

O evento é realizado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e a Rede de Estudos e Pesquisas em Folkcomunicação (Rede Folkcom).

Feira Central de Campina Grande é reconhecida patrimônio cultural do B

28 Sep, 2017

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deliberou nesta quarta-feira (27) que a Feira Central de Campina Grande, localizada no Agreste da Paraíba, agora é patrimônio histórico cultural e imaterial brasileiro. A definição foi definida pelos 23 conselheiros que compõem o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em sua 87ª reunião.

O pedido de reconhecimento pelo Iphan foi feito formalmente há dez anos, em uma articulação entre a Prefeitura Municipal de Campina Grande e grupos de feirantes e fregueses.

A partir daí, foi iniciado um processo colaborativo de diálogos e pesquisas, que agora reúnem as referências culturais presentes na feira campinense.

A Feira Central de Campina Grande tem cerca de 75 mil metros quadrados , que se amplia para além de seus limites, entre ruas e barracas, nos dias de mais movimento. É por isso que se diz que tudo o que se procura é possível encontrar na feira.

Além do registro da Feira de Campina Grande, o Conselho Consultivo também definiu pelo tombamento da Coleção Nemirovsky, em São Paulo (SP), e da Ladeira da Misericórdia, no Rio de Janeiro (RJ).

G1

Ceumar traz turnê ‘Silencia’ para o projeto Música do Mundo, na Funesc

05 May, 2015

A cantora Ceumar estará na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, na Fundação Espaço Cultural da Paraíba, em João Pessoa, no sábado (7/10), onde fará show no projeto Música do Mundo e mostrará canções do novo CD ‘Silencia’. Em um formato intimista, Ceumar também cantará seu repertório mais antigo.

O público vai apreciar, ainda, novas parcerias com compositores contemporâneos, alguns deles nunca antes gravados por outros artistas (canções inéditas com Lauro Henriques Júnior, Madhav Bechara e com a cantora galega Uxia, entre outros), além de antigos parceiros (Tata Fernandes, Kléber Albuquerque, Gero Camilo, Chico César e Suely Mesquita).

Este é o segundo show de Ceumar na capital paraibana. A primeira vez foi em abril de 2008, quando participou do projeto Seis e Meia. ‘Silencia’ é o sexto álbum da cantora, que está festejando seu retorno ao Brasil. No palco, ela cantará e tocará violão e pandeiro. O repertório terá ‘O seu olhar’ (Arnaldo Antunes e Paulo Tatit), ‘Dindinha’ (Zeca Baleiro), ‘Achou!’ (Dante Ozzetti e Luiz Tatit) e ‘Avesso’ (Ceumar e Alice Ruiz).

Também contará com ‘Reinvento’ (Ceumar e Estrela Ruiz Leminski), ‘Rio Verde’ (Ceumar e Gildes Bezerra), ‘Liberdade’ (Ceumar e Gildes Bezerra), ‘Encantos de sereia’ (Osvaldo Borgez), ‘Chora cavaquinho’ (Ceumar e Sérgio Pererê), ‘Penhor’ (Ceumar e Gildes Bezerra), ‘Engasga Gato’ (Kiko Dinucci e Fabiano Ramos Torres), ‘Justo’ (Ceumar, Tata Fernandes e Kléber Albuquerque), ‘Turbilhão’ (Miltinho Edilberto) e ‘Silencia’ (Ceumar).

Lançado pelo Selo Circus, o CD ‘Silencia foi pré-selecionado pelo Prêmio da Música Brasileira, entre os melhores álbuns de 2014 na categoria MPB (melhor cantora e melhor disco. Novo trabalho conta com composições de Ceumar e de artistas como Vitor Ramil, Kiko Dinucci, Miltinho Edilberto, Gildes Bezerra e Déa Trancoso. O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal.

Experiência

Apesar dos últimos anos serem marcados por turnês e projetos internacionais (Ceumar morou na Holanda de 2009 até 2015), a artista mineira não se desligou do Brasil, pelo contrário, sempre levou suas mais profundas raízes para todas as partes do mundo. Dividir o palco com músicos estrangeiros tem sido também uma experiência rica e repleta de aprendizado na trajetória de Ceumar.

Em 2011, por exemplo, esteve em Israel para seis concertos com o grupo “Chorolê” no Hot Jazz Festival; em 2012 foi convidada pela “Budapeste Festival Orchestra” para quatro concertos na Hungria cantando Villa Lobos e Marcelo Tupinambá; em fevereiro de 2014 esteve em Berlim para o mesmo programa, sempre à convite do renomado maestro Ivan Fischer. Na Holanda participou como cantora do espetáculo de dança “Romeu & Julia” ao lado da companhia de dança “Scapino Ballet Rotterdam” (http://www.scapinoballet.nl/nl/pages/voorstellingen+romeo_julia_7).

Em março de 2014 Ceumar se apresentou em Curitiba, Brasília e Fortaleza abrindo a programação do projeto “Solo Música” da Caixa Cultural. Em agosto de 2014 lançou o cd ‘Silencia’, nas cidades de São Paulo, São José dos Campos, Belo Horizonte e Curitiba, com a participação do diretor musical Vincent Ségal (França).

Em 2015, a convite do Itaú Cultural dividiu o palco com a cantora Juçara Marçal, no show do Auditório Ibirapuera com repertório especial escolhido pelas duas artistas. Também levou para Recife e Salvador o show ‘Silencia’ (com banda) e participou de outros projetos especiais no Brasil. Em 2016, Ceumar retorna ao Brasil para dar continuidade aos seus projetos a partir de Minas Gerais.

Música do Mundo – O projeto é uma ação promovida pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) que tem como objetivo a valorização dos artistas e da música contemporânea.

A cada edição, artistas brasileiros e de outros países ocupam palcos da cidade (desta vez na Sala de Concertos Maestro José Siqueira). O lançamento aconteceu em agosto de 2015. Uma das características do projeto é o preço popular do ingresso, de forma a permitir ao público acesso às atrações de qualidade internacional.

Serviço:

Música do Mundo apresenta: Ceumar

Data: sábado (7 de outubro)

Hora: 21h

Local: Sala de Concertos Maestro José Siqueira

Preço: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

Realização: Funesc

Informações: 3211-6228

Fonte: FUNESC

Música da Paraíba terá Festival

05 May, 2015

Um lauto café da manhã reuniu um público seleto para o lançamento do Festival de Música da Paraíba na manhã da última terça, 12, no mezanino do Espaço Cultural. Os convidados se confraternizaram animadamente ao som de um quarteto sinfônico da Orquestra Jovem. Gestores públicos, músicos e artistas locais prestigiaram o evento matutino que contou com a presença luxuosa do governador Ricardo Coutinho.

Numa rápida entrevista exclusiva, ele me disse que o festival seria uma forma que o Poder Público encontra para dar mais visibilidade à música produzida aqui. Disse que essa arte é uma das manifestações artísticas de maior qualidade produzida na terra que abrigou Zabé da Lóca, a pifeira falecida recentemente, que empresta nome a essa primeira edição.

Quem nasce, vive e cresce na Paraíba pode se orgulhar de usufruir de uma das melhores músicas produzidas no Brasil e não é de hoje. Não se sabe bem o porquê, mas na Paraíba a música aflora de modo sui generes, com uma beleza e força extraordinárias. Digo isso na condição de quem ouve música paraibana genuína desde a infância e de quem a profissão empurrou para a música através do rádio, desde 1983, quando assumi a mesa de controle da Rádio Constelação FM, no topo do Monte Virgo, na saudosa Rainha do Brejo.

O festival, que vai oferecer premiação de até R$ 10 mil, aparece como um plus no cenário da produção cultural local. De maneira ainda tímida, face à demanda crescente, o Governo da Paraíba tem dado, entretanto, passos firmes nesse quesito dos incentivos públicos à produção musical. A pancada do bombo parece ter mudado depois da passagem de Chico César pela Secretaria Estadual de Cultura, que foi desmembrada da pasta da Educação com sua posse.

Políticas públicas nítidas, como o projeto PRIMA, são exemplo desse esforço. O Governo percebeu que a música é um insumo farto e que precisa de melhor tratamento. E não basta possuir um “celeiro” rico se não puder dar condições de circulação dessem bem cultural. Daí surge ações louváveis como o Caminhos do Frio e Music from Paraíba, que fizeram os produtos dos nossos talentos chegaram nos interiores do estado e em vitrines espetaculares da música mundial.

O Festival de Música da Paraíba surge nesse cenário com um diferencial interessantíssimo: o suportes das Rádios Tabajara, numa surpreendente iniciativa da presidenta Maria Eduarda Santos. “Eu fico emocionada em ver esse projeto sair do papel”, disse ela na ocasião do lançamento. Para Duda, o advento das mídias sociais, as emissoras públicas passaram a alcançar públicos novos e diferenciados e isso fará toda diferença na difusão do festival.

Sandra Belê, uma das celebridades que prestigiaram o brunch de lançamento, diz que a iniciativa é oportuna e que os músicos, compositores e cantores devem aproveitar para tirar das gavetas suas produções, sem medo da avaliação. Já para Ilsom Barros, vocalista da banda Pau de Dar em Doido, há uma expectativa de que a curadoria do festival seja composta por pessoas que consigam analisar os concorrentes sem modelos musicais pré-concebidos, evitando o engessamento do festival. Natália Bellar também comemorou o lançamento do festival e disse que a Paraíba precisa conhecer seus novos talentos. “A gente quer que o festival venha pra ficar”, asseverou.

Além das Rádios Tabajara, o festival terá o suporte da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação Espaço Cultural (Funesc). Poderão se inscrever artistas que residam na Paraíba, com idade superior a 14 anos, e com música autoral inédita. As inscrições começaram no dia 12 e terminam no dia 31 de outubro. A divulgação dos selecionados será feita no dia 21 de novembro. A primeira eliminatória está marcada para o dia 13 de janeiro de 2018, em Sousa, Sertão paraibano. A segunda etapa será em Campina Grande, em 20 de janeiro e final será no dia 27, em João Pessoa. O primeiro colocado levará R$ 10 mil, o segundo R$ 5 mil e o terceiro colocado fatura R$ 3 mil. Tem ainda R$ 2 mil para o/a melhor intérprete. Mais detalhes no hotsite www.festivaldemusica.pb.gov.br

Música versus Alzheimer

Um documentário (Alive inside) disponível no Netflix mostra como nossa memória afetiva pode ser facilmente ativada pela música. O filme mostra a saga de Dan Cohen, fundador de uma ONG (Music & Memory), que luta contra um sistema de saúde desumanizado e tenta demonstrar a capacidade da música de combater a perda de memória.

Os realizadores mostram como o ser humano depende da música desde os primeiros momentos de sua concepção, depois com a batida que ouvimos do coração da mamãe enquanto estamos no ventre. A música, certamente, é a primeira e a mais forte expressão da cultura humana. Ela cria marcadores emocionais na memória afetiva mais inconsciente. Eu lembro, por exemplo, que sempre usei a música como terapia nas recuperações durante e depois das minhas grandes crises falcêmicas.

Havia um período que eu até dormia ouvindo músicas. Desafortunadamente, jamais aprendi a tocar qualquer instrumento musical. Mas a música me faz muito bem e conviver com músicos ou num ambiente musical faz toda a diferença.

Adeus a Elias

A morte, ainda inexplicada, do professor Elias Bezerra da Silva, no sábado passado, na praia do Bessa, nos pegou a todos de surpresa. O corpo surgiu no mar um dia após ele ter saído de casa para uma pescaria de arrasto ainda mal contada.

Aos 67 anos, Elias era uma daquelas figuras meio folclóricas por quem as pessoas nutrem uma empatia quase instantânea. Alegre, brincalhão, cabeça, revolucionário, de bem com a vida, assim podia ser descrito. No carnaval passado nos deu uma força na organização do Bloco As Cuecas, que rende homenagens a Livardo Alves.

Elias nos contava histórias fantásticas de sua aventuras em Angola e de quando morou no sudeste do país. Era fanzoca de Chico Buarque e roqueiro extemporâneo. Seu último desejo (a cremação) não foi atendido, por razões que desconheço. Para os amigos de boemia fica apenas a certeza de que a tribo dos “malucos beleza” ficou menor e mais triste.

por Dalmo Oliveira

Fonte: DiárioPB

Concerto da OSJPB abre evento internacional de música

05 May, 2015

A Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba apresenta nesta quinta-feira (28) o concerto de abertura do 1º Encontro Internacional da Associação Brasileira de Palhetas Duplas (ABPD), com regência do maestro Luiz Carlos Durier e a participação, como solista, do oboísta paraibano José Medeiros, oboé principal da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. O concerto, que integra a temporada 2017 da OSJPB, começa às 20h30, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural, com entrada gratuita.

“Estamos todos da orquestra muito felizes, todos muito empenhados em fazer o melhor, e acreditamos em nossa expectativa de realizar um belo, excelente e grande concerto, um concerto histórico, porque nós estamos aqui pra fazer história”, disse o maestro Durier, regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba.

No programa do concerto constam a “Abertura em Sol menor”, do compositor austríaco Anton Bruckner (1824-1896), que atuou como organista e professor no Conservatório de Viena, cujo estilo musical foi influenciado pelo seu compositor preferido, o alemão Richard Wagner.

Na sequência, com o oboísta paraibano José Medeiros, conhecido como Popó, os jovens músicos da OSJPB vão executar o “Concertino para Oboé e Orquestra de Cordas”, do compositor e professor brasileiro de Porto Alegre (RS), Brenno Blauth (1931-1993), que teve várias obras gravadas comercialmente, entre elas, as sonatas para flauta e piano, oboé e piano e viola e piano. O concertino para oboé e cordas de Breno Blauth é a mais executada obra brasileira para oboé.

O concerto será encerrado com a suíte do ballet “The Fairy Doll”, de Josef Bayer (1852-1913), compositor austríaco de música erudita, que foi diretor do Austrian Court Balé de 1883 até a sua morte. Embora tenha criado mais de vinte ballets, ele é lembrado por “Die Puppenfee (The Fairy Doll)”, de 1888. Bayer foi amigo do compositor Johann Strauss II e foi ele que completou o inacabado Ballet Strauss Cinderella (Aschenbrodel), em 1900, tendo Strauss morrido em 1899.

“A Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba se associa à UFPB e à Associação Brasileira de Palhetas Duplas para promover o concerto de abertura desse encontro internacional que acontece em João Pessoa essa semana”, afirmou o maestro Durier. “Para nós é uma honra muito grande, é uma responsabilidade e um desafio fazer o concerto de abertura com três obras muito significativas do repertório sinfônico e do repertório específico do oboé, iniciando com uma abertura de Anton Bruckner, uma obra bastante interessante” observou.

“O concerto de oboé, do compositor gaúcho Breno, será tocado por Popó, um ex-integrante da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba e da Sinfônica da Paraíba, e que retorna a essa casa para, em conjunto com a sua ex-orquestra, tocar um concerto específico em comemoração a esse evento importante. E por último nós vamos tocar o balé “Die Puppenfee”, uma obra fantástica e mágica, porque conta a história de uma oficina que restaura bonecos, então todo o processo através da magia é dar aos bonecos vida, para que eles possam dançar e para que eles possam viver musicalmente”, explicou Durier.

Próximos concertos – No mês de outubro, três concertos contam na programação da temporada 2017. A Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB) terá apresentações nos dias 5 e 19, já a Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba (OSJPB) fará concerto no dia 26 de outubro. Todos acontecem na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural.

Regente

Paraibano de João Pessoa, Luiz Carlos Durier é o regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba (OSJPB) há 20 anos. Seu trabalho direcionado para jovens músicos em formação tem reconhecimento em todo o Brasil. Em setembro de 2013 foi nomeado diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB).

Como regente convidado conduziu a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe, Orquestra Sinfônica da UFRN e Orquestra Criança Cidadã do Recife. Durier também regeu a Orquestra de Cordas da 29ª e 30ª Oficina de Música de Curitiba. No ano de 2012, o maestro recebeu a Comenda de Honra ao Mérito, pelo desempenho profissional frente à OSPB.

Entre suas atividades, conduziu a OSPB na gravação ao vivo do CD da cantora Marinês e sua Gente e do DVD Sivuca e os Músicos Paraibanos. Com a OSPB e a OSJPB, esteve à frente de concertos com artistas populares como Ângela Rô Rô, Arnaldo Antunes, Tico Santa Cruz e Renato Rocha (Detonautas), Flávio José, Genival Lacerda, Alcione, Toninho Ferragutti, Geraldo Azevedo, Dominguinhos e Zélia Duncan.

Por dois anos consecutivos, Luiz Carlos Durier regeu a Orquestra Sinfônica da Paraíba e a Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba em grandes concertos comemorativos ao aniversário da cidade de João Pessoa, com artistas paraibanos, que lotaram o Teatro Pedro do Reino, no Centro de Convenções. No dia 5 de agosto do ano passado, a apresentação teve como destaque o cantor e compositor Zé Ramalho, e neste ano, as atrações foram as cantoras Cátia de França e Nathalia Bellar.

Solista

José Medeiros é natural de Patos (PB). Pós-graduado em Educação Profissional pelo Instituto a Vez do Mestre (AVM-RJ) e bacharel em oboé pela Universidade Federal da Paraíba, onde estudou com o professor Roberto Carlos Di Léo. Aperfeiçoou seus estudos técnicos de oboé com o professor Humbert Lucarelli (Itália/EUA), considerado um dos principais oboístas do século XX.

Foi oboé principal das Orquestras Sinfônicas da Paraíba, Recife, Theatro da Paz (Belém – PA) e da Filarmônica Norte-Nordeste. Como professor e camerista atuou em vários festivais no Brasil e no exterior. Também lecionou oboé na Universidade Federal do Amazonas, na Universidade de Brasília (UnB) e no Conservatório Carlos Gomes de Belém do Pará.

Apresentou-se como solista junto à Orquestra Sinfônica da Paraíba, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra Sinfônica de Goiás, Camerata Antiqua de Curitiba, Camerata Eleazar de Carvalho (Fortaleza), entre outras. Em 2010 lançou seu CD solo – Oboé do Brasil – pelo selo Brasil Meta Cultural. A convite do professor Humbert Lucarelli, em 2012, ministrou master class na The Hartt School, Universidade de Hartford (EUA).

Como integrante do Quinteto Brasília, gravou o CD “Brincadeira a cinco”, lançado em 2009, e participou do Projeto Sonora Brasil do Sesc, edição 2013/2014, em que tocou e ministrou master class em 130 cidades, abrangendo todos os estados do Brasil.

Atualmente é oboé principal da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro e professor de oboé do Programa de Módulos do Bacharelado em Música do Instituto Estadual Carlos Gomes (Belém – PA).

6º Concerto Oficial da Temporada 2017 da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba

Regente: Luiz Carlos Durier

Solista: José Medeiros (oboé)

Dia: 28/09/2017 (quinta-feira)

Hora: 20h30

Local: Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural

Ingresso: Gratuito

Fonte: FUNESC

Paraíba Cine Senhor completa 10 anos

05 May, 2015

No ano em que completa 10 anos de atividades o Projeto Paraíba Cine Senhor está montando uma programação comemorativa da data que tem início na próxima segunda-feira, dia 02 de outubro, quando será realizado na Associação de Moradores do Castelo Branco. Dessa ação, serão realizados três filmes.

Pela primeira vez o projeto estará sendo realizado na cidade de João Pessoa e o bairro do Castelo Branco foi escolhido por sua vocação artística e pelo interesse da nova diretoria da associação comunitária, que está fazendo um trabalho diferenciado, tendo a educação como ponto principal de suas ações.

Dessa vez o projeto oferecerá 14 oficinas de realização audiovisual durante três semanas e ao final do curso serão produzidos os filmes que contam histórias do próprio bairro. “O Castelo Branco foi o primeiro conjunto popular habitacional construído no estado e no próximo ano completa 50 anos então nada maios justo que o projeto queira dá esse presente ao bairro, que é muito importante para a cidade” explica Orlando Junior, criador e Coordenador Geral do Paraíba Cine Senhor.

Grandes nomes do audiovisual paraibano continuarão presentes nessa edição do projeto como João Carlos Beltrão, Lúcio César, Mercicleide Ramos e Heleno Bernardo. Além do cantor e compositor Adeildo Vieira, da multiartista Silmara Braz, dos Jornalistas Malu Farias e Marcelo Soares e do radialista Davi Abraão.

“O projeto continua centrado na educação, pois nós o realizamos como uma extensão da sala de aula, e isso se torna mais forte nessa edição, já que teremos a grande maioria dos inscritos oriundos da escola pública Almirante Tamandaré, que foi a primeira escola construída no bairro e para nós essas conexões históricas são muito importantes”, destaca Mercicleide Ramos Coordenadora Pedagógica do projeto.

Além do projeto realizado no bairro do Castelo Branco, a coordenação está organizando uma mostra de filmes do projeto que acontecerão no Fest Aruanda, na Mostra Acauã do Audiovisual Paraibano e em outros espaços que estão em fase de escolha. Um filme, que conta a história do projeto também já está em fase de produção. O Projeto Paraíba Cine Senhor é uma iniciativa da Empresa de Serviços Culturais (EMSERC) e do Grupo Castelo Audiovisual e tem o apoio da Associação de Moradores do Castelo Branco, através de suas Coordenações de Comunicação e Articulação Comunitária.

Ao longo de seus 10 anos de existência o projeto já percorreu 11 cidades e produziu 52 filmes que contam histórias das cidades por onde passou, além de ter capacitado 407 alunos. O Projeto Paraíba Cine Senhor, ao longo do tempo, passou a contemplar também, além da capacitação, formação e inclusão fazendo assim todas as ações referentes à produção audiovisual.

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